22/09/2020

 

O fornecimento contínuo, sem a necessidade de reposição, é uma das grandes vantagens do abastecimento com Gás Natural. Benefício este, que se tornou ainda mais essencial no período da pandemia. Ou seja, dispensa a necessidade de uma pessoa ter que entrar em um ambiente residencial, comercial ou hospitalar, por exemplo, para fazer a substituição de botijões.

Cuidados redobrados

O distanciamento social, ação que tem se mostrado imprescindível para a contenção do Coronavírus, tem impactado de várias formas a rotina de toda a população. No entanto, para alguns setores, a interferência tem sido ainda mais efetiva. É o caso do residencial de idosos Cravo e Canela, localizado no bairro Três Figueiras, em Porto Alegre. Para preservar e proteger os 14 residentes, que têm idade entre 75 e 104 anos e integram o principal grupo de risco, foi necessário implementar uma série de protocolos, explica Simone Cristina de Souza. “Estamos seguindo todas as determinações e orientações dos órgãos de saúde e cumprindo um protocolo de higienização mais aprofundado. Também cancelamos todas as visitas. Por enquanto, só contatos virtuais com os familiares”, reforça a enfermeira e proprietária do residencial.

Há quatro anos a casa geriátrica utiliza o Gás Natural para o aquecimento de água e o abastecimento de um fogão industrial. A experiência positiva fez com que a proprietária da Cravo e Canela buscasse a Sulgás para implementar o sistema em outra unidade, localizada no mesmo bairro. “Observamos que, além da segurança do sistema, temos um produto limpo, ou seja, não corremos o risco de receber botijões com outros produtos. Como o fornecimento é contínuo, não há necessidade de reposição, o que é primordial, especialmente nesta época de pandemia. Além, é claro, do custo satisfatório”, avalia Simone.

 

Momento de se reinventar

Buscar soluções e adequar-se ao “novo normal”. É desta forma que o chef Mark Bandeira, proprietário da Mark Hamburgueria, vem vencendo o desafio imposto pela pandemia. Atendendo exclusivamente por meio de delivery, aplicativos e retirada em loja, as unidades da Joaquim Nabuco, na Cidade Baixa, e da Av. Mariland, no bairro Auxiliadora, estão funcionando diariamente, das 11h às 23h, seguindo todos os protocolos de segurança para funcionários e clientes. “A consequência foi que aumentamos em 50% nosso consumo de Gás Natural, pois estamos produzindo mais para o delivery”, afirma Mark, referindo-se à unidade da Cidade Baixa, primeira hamburgueria da marca inaugurada em 2016 e que vem utilizando o GN há um ano. No espaço são abastecidas duas fritadeiras, uma charbroiler, equipamento utilizado para grelhar alimentos, e um fogão industrial. “É excelente pela praticidade e segurança, pois quando trabalhávamos com botijão sempre ficava apreensivo na troca e em dúvida se faltava muito para acabar”, avalia o chef Mark Bandeira.

Sobre o atual momento e futuro próximo, o empresário avalia que a estrutura de tele-entrega terá um papel ainda mais preponderante. “Até este momento, quem não tinha delivery e teve que se adequar e usar estas plataformas, está enfrentando ainda mais dificuldades, pois é muito diferente do atendimento presencial. Acredito também que, daqui para a frente, estabelecimentos de maior porte devem diminuir e a tendência será espaços menores, onde o custo também acaba sendo reduzido”, projeta o chef.

Texto: Andrea Fioravanti Reisdörfer

Fotos: Divulgação

Fonte: Revista Sulgás Natural, 26ª edição

Confira as outras reportagens da revista em: https://www.sulgas.rs.gov.br/sulgas/revista-da-sulgas/75-revista-sulgas/1361-sulgas-natural-n-26