05/09/2018

 

Por Thamires Rosa

Fotos: Renan Constantin

 A Pão Vital, localizada na Zona Norte de Porto Alegre e cliente da Sulgás desde 2013, passou por uma experiência positiva durante a crise de abastecimento que assolou o país, em maio. Além de não parar, a produção de pães teve que ser aumentada para dar conta da demanda de pedidos. “A fábrica trabalhou 24 horas por dia”, relata Paulo Eduardo Wasilewski.  O sócio-administrador da Pão Vital salienta que o trabalho só pôde acontecer, porque os fornos são alimentados por Gás Natural (GN). “Se não fosse o fornecimento da Sulgás teríamos parado, pois o GLP não iria chegar devido à greve e aos bloqueios”.

Atualmente a empresa trabalha em três nichos diferentes de mercado: distribuindo para grandes redes de supermercados, para pequenos comércios e com 12 lojas próprias de fábrica no Estado. Os principais produtos comercializados são as linhas de pães de forma, integrais e bisnaguinhas, mas a gama de mercadorias da Vital é diversificada e possui ainda café, erva-mate, biscoitos, iogurtes, doce de leite, batata palha, condimentos, compotas, entre outros.

No período da paralisação, a empresa possuía matéria-prima para 15 dias de produção. Como o abastecimento do GN não foi interrompido, pode seguir normalmente sua atividade nos dez dias da greve. “Foi o período que mais trabalhamos na história, pois tivemos que suprir a falta de pão da concorrência que não conseguia vir de São Paulo. Na principal rede de supermercados do Estado, por exemplo, estávamos abastecendo quase que com exclusividade”, conta o proprietário. Ele salienta ainda, que além dos clientes que já eram atendidos pela empresa, surgiram novos pedidos que fizeram crescer em 60% o volume de vendas durante a greve.

“A empresa nunca vendeu tanto pão! Aumentamos a produção para parceiros já conhecidos, conquistamos novos clientes e quem não conhecia nossas lojas próprias passou a conhecer, o movimento foi absurdo”, comemora Paulo.

A escolha do Gás Natural

O proprietário da empresa optou pela troca do GLP pelo Gás Natural após um contato da Sulgás. Ele conta que no início estava um pouco receoso, apesar da alteração ser economicamente mais vantajosa para a empresa. Após um aumento no valor do GLP, o empresário decidiu fazer a mudança e realizou todos os procedimentos, como ajustes nos queimadores, por exemplo, para passar a receber o fornecimento de GN. “Ter o Gás Natural foi um dos melhores negócios que eu fiz na minha vida”, resume.

Além dos ótimos resultados nas vendas durante a crise e do valor mais atrativo do produto, Paulo Eduardo cita outro benefício importante que o GN trouxe para a Vital. “O Gás Natural é muito limpo e isto nos poupa da manutenção nos fornos. Com o GLP tínhamos que parar para fazer manutenções mensais nos queimadores e, se não limpássemos, logo em seguida era necessário parar por problemas. O Gás Natural nos deu tranquilidade e um volume de trabalho excepcional”, enfatiza.

HISTÓRIA DA PÃO VITAL

Paulo Eduardo Wasilewski iniciou o negócio, uma pequena padaria chamada Panificadora Partenon, há 20 anos. O empresário já tinha experiência no ramo industrial de pães, pois havia trabalhado como funcionário em grandes empresas do setor. Ele então resolveu empreender e usar o seu conhecimento sobre os produtos e as redes de supermercados, para produzir.

A estratégia da Pão Vital é a de apresentar aos clientes um produto diferenciado e com valor agregado. Para Paulo, existem muitas empresas que fazem o mesmo pão e só mudam a embalagem. A Pão Vital segue outra linha, quer alcançar consumidores de diversos nichos, com toda a atenção e muita pesquisa para chegar à melhor formulação, ao processo de produção mais adequado e à melhor escolha de cada ingrediente em cada produto.

Fonte: Revista Sulgás Natural - 19ª Edição